I'm free. Free to be me.
(Este texto está em Desacordo Ortográfico)
Bem vindos ao Blog de uma Técnica Superior de Turismo. As primeiras histórias relatam o dia-a-dia num Hotel visto na perspectiva de uma Recepcionista. Dificuldades, Histórias, Curiosidades, Horas de Desespero e de Realização. Dou-lhe aqui, as boas vindas ao Mundo da Hotelaria, ao Mundo dos meus novos Projectos de Turismo... ao meu Mundo, em especial :)
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
sábado, 28 de junho de 2014
Confissões de uma Ex-Recepcionista.
Cada dia que passa lembro-me aqui deste meu cantinho, que está a ser negligenciado... a ser alvo de uma incorrecta gestão de tempo... Shame on me, confesso...
Tenho que reconhecer uma coisa muito positiva de começar no mercado de trabalho atrás de uma recepção de um hotel: ficamos preparados paraquase tudo:
- maus humores de chefes (isto aprendemos com os hóspedes mal encarados)
- trabalhar horas infinitas
- conseguimos completar diversas tarefas ao mesmo tempo
- lidar com telefonemas/clientes chatos
- conseguimos trabalhar no caos
- e eu, pessoalmente, consigo avaliar a perfeição de uma tosta mista e de um sumo natural de laranja, quando vou lanchar a um qualquer sítio por aí.
Tenho a dizer que neste momento tenho uma relação de amor-ódio com a hotelaria. A parte do amor renasceu quando virei hóspede - muahahahahah (uma tendência que tem vinho a aumentar nos últimos meses devido ao meu novo trabalho). A parte do ódio continua cá dentro quando me lembro de coisas que me fizeram escrever este post.
Mas querem saber uma coisa muito, muito estranha? Sonho muitas vezes com o hotel... que estou atrasada, que estou na recepção, com os meus colegas... e neste momento de pura loucura e confissões... tenho saudades de algumas coisas... de algumas rotinas... Epá, nem acredito que disse isto. Mas é só um bocadinho. São mais as coisas das quais não tenho saudades... Encerramos agora aqui este capítulo semi-lamechas. Ninguém fala mais sobre esta minha confissão.
Gostava, agora, de fazer uma pequena dissertação sobre a minha perspectiva do mundo hoteleiro, mas do lado certo do balcão: o de fora
Em Maio hospedei-me num hotel em Lisboa e tive pena dos recepcionistas mal pus o pé na porta. Não consigo esconder isso. Depois, tive que me deslocar a outro hotel e em conversa com o recepcionista disse-lhe também que já tinha sido Recepcionista, mas que tinha fugido. Responde-me ele: "Fez muito bem! É preciso muita paciência..." Ai, como eu sei disso. E nem sonhas tu, caro ex-colega, as histórias que eu já contei aqui. Mas não te podia dizer, porque sou uma "Anónima".
Eu sou daquelas hóspedes que não dá trabalho. Compreendo bem as informações que me são transmitidas na Recepção de Hotel, uso o serviço de despertar apenas se o conseguir accionar com o telefone do quarto, não usurpo as amenities em todos os dias que lá estou, só sujo uma toalha de rosto e uma de banho (sim, caros hóspedes, lá por terem duas toalhas de cada espécie no quarto não quer dizer que as tenham que utilizar todas no mesmo dia! - Cof, cof, desculpem este aparte... há coisas que ficam "cá dentro"), deixo a casa de banho arrumadinha, o lixo dentro dos saquinhos de plástico, a cama em jeito de ser feita e não ponho roupa espalhada por todo o lado.Sou é, irremediavelmente exigente com a limpeza, talvez por saber como se processa tudo. Não posso ver cabelos de outras pessoas na casa de banho e passo os lençóis a pente fino antes de me deitar. De resto, valorizo e muito o trabalho de todos os funcionários. Mas neste caso, uma das recepcionistas era tão antipática que tive que reclamar. Oh senhora, eu sei que o seu trabalho é super chato, mas ninguém tem culpa.
Outra coisa que me despedaça o coração é ver estagiários atrás do balcão: NÃO! POR FAVOR! MUDEM ENQUANTO É TEMPO. Tanto da primeira, como da segunda vez que lá estive, vi várias carinhas novas a tentar ser o mais competentes e profissionais possível. Estavam, evidentemente, a sair-se bem. Mas repensem nas vossas opções...
Uma coisa que continuo a ser muito boa é a decorar números dos quartos... dos outros! Tanto tempo que andei a decorar e a relacionar hóspedes e números de quartos, que não pensei que eu também precisasse de um quarto, um dia, eventualmente (é que durante o tempo que trabalhei no Hotel, não tinha sequer tempo para ir de férias e alojar-me num hotel... é como se me tivesse esquecido de ser hóspede!).
Então tenho a cena mais engraçada para contar enquanto hóspede:
Primeiro dia do pequeno almoço, depois de uma quase directa em trabalho. Chego eu e os restantes colegas à Sala do Pequeno Almoço e a menina pede-nos o número dos quartos. Auxiliei os meus colegas na árdua tarefa de recordar o número dos seus quartos. Eu, que fiquei para o fim, tive que ir confirmar o número do meu quarto ao Recepcionista. E lá fui, depois, tomar o pequeno almoço.
Uma coisa é certa, é muito estranho estar do outro lado. Ser Recepcionista de hotel é uma coisa que vai ficar realmente para sempre, não importa há quanto tempo abandonámos a profissão. Vai sempre reflectir-se nas pequenas coisas: nas gorjetas que deixamos, na compaixão que sentimos pelos ex-colegas, na partilha de histórias interessantes. E num outro lado de loucura, posso dizer também que tenho muito orgulho em ter tido a oportunidade de envergar uma farda imaculada de Recepcionista. Continua ali, no cantinho do meu armário... :)
(Este texto está em Desacordo Ortográfico)
Tenho que reconhecer uma coisa muito positiva de começar no mercado de trabalho atrás de uma recepção de um hotel: ficamos preparados para
- maus humores de chefes (isto aprendemos com os hóspedes mal encarados)
- trabalhar horas infinitas
- conseguimos completar diversas tarefas ao mesmo tempo
- lidar com telefonemas/clientes chatos
- conseguimos trabalhar no caos
- e eu, pessoalmente, consigo avaliar a perfeição de uma tosta mista e de um sumo natural de laranja, quando vou lanchar a um qualquer sítio por aí.
Tenho a dizer que neste momento tenho uma relação de amor-ódio com a hotelaria. A parte do amor renasceu quando virei hóspede - muahahahahah (uma tendência que tem vinho a aumentar nos últimos meses devido ao meu novo trabalho). A parte do ódio continua cá dentro quando me lembro de coisas que me fizeram escrever este post.
Mas querem saber uma coisa muito, muito estranha? Sonho muitas vezes com o hotel... que estou atrasada, que estou na recepção, com os meus colegas... e neste momento de pura loucura e confissões... tenho saudades de algumas coisas... de algumas rotinas... Epá, nem acredito que disse isto. Mas é só um bocadinho. São mais as coisas das quais não tenho saudades... Encerramos agora aqui este capítulo semi-lamechas. Ninguém fala mais sobre esta minha confissão.
Gostava, agora, de fazer uma pequena dissertação sobre a minha perspectiva do mundo hoteleiro, mas do lado certo do balcão: o de fora
Em Maio hospedei-me num hotel em Lisboa e tive pena dos recepcionistas mal pus o pé na porta. Não consigo esconder isso. Depois, tive que me deslocar a outro hotel e em conversa com o recepcionista disse-lhe também que já tinha sido Recepcionista, mas que tinha fugido. Responde-me ele: "Fez muito bem! É preciso muita paciência..." Ai, como eu sei disso. E nem sonhas tu, caro ex-colega, as histórias que eu já contei aqui. Mas não te podia dizer, porque sou uma "Anónima".
Eu sou daquelas hóspedes que não dá trabalho. Compreendo bem as informações que me são transmitidas na Recepção de Hotel, uso o serviço de despertar apenas se o conseguir accionar com o telefone do quarto, não usurpo as amenities em todos os dias que lá estou, só sujo uma toalha de rosto e uma de banho (sim, caros hóspedes, lá por terem duas toalhas de cada espécie no quarto não quer dizer que as tenham que utilizar todas no mesmo dia! - Cof, cof, desculpem este aparte... há coisas que ficam "cá dentro"), deixo a casa de banho arrumadinha, o lixo dentro dos saquinhos de plástico, a cama em jeito de ser feita e não ponho roupa espalhada por todo o lado.Sou é, irremediavelmente exigente com a limpeza, talvez por saber como se processa tudo. Não posso ver cabelos de outras pessoas na casa de banho e passo os lençóis a pente fino antes de me deitar. De resto, valorizo e muito o trabalho de todos os funcionários. Mas neste caso, uma das recepcionistas era tão antipática que tive que reclamar. Oh senhora, eu sei que o seu trabalho é super chato, mas ninguém tem culpa.
Outra coisa que me despedaça o coração é ver estagiários atrás do balcão: NÃO! POR FAVOR! MUDEM ENQUANTO É TEMPO. Tanto da primeira, como da segunda vez que lá estive, vi várias carinhas novas a tentar ser o mais competentes e profissionais possível. Estavam, evidentemente, a sair-se bem. Mas repensem nas vossas opções...
Uma coisa que continuo a ser muito boa é a decorar números dos quartos... dos outros! Tanto tempo que andei a decorar e a relacionar hóspedes e números de quartos, que não pensei que eu também precisasse de um quarto, um dia, eventualmente (é que durante o tempo que trabalhei no Hotel, não tinha sequer tempo para ir de férias e alojar-me num hotel... é como se me tivesse esquecido de ser hóspede!).
Então tenho a cena mais engraçada para contar enquanto hóspede:
Primeiro dia do pequeno almoço, depois de uma quase directa em trabalho. Chego eu e os restantes colegas à Sala do Pequeno Almoço e a menina pede-nos o número dos quartos. Auxiliei os meus colegas na árdua tarefa de recordar o número dos seus quartos. Eu, que fiquei para o fim, tive que ir confirmar o número do meu quarto ao Recepcionista. E lá fui, depois, tomar o pequeno almoço.
Uma coisa é certa, é muito estranho estar do outro lado. Ser Recepcionista de hotel é uma coisa que vai ficar realmente para sempre, não importa há quanto tempo abandonámos a profissão. Vai sempre reflectir-se nas pequenas coisas: nas gorjetas que deixamos, na compaixão que sentimos pelos ex-colegas, na partilha de histórias interessantes. E num outro lado de loucura, posso dizer também que tenho muito orgulho em ter tido a oportunidade de envergar uma farda imaculada de Recepcionista. Continua ali, no cantinho do meu armário... :)
(Este texto está em Desacordo Ortográfico)
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Sou da Brigada do Vinho
Cá estou eu, completamente adaptada ao meu novo estilo de vida. Cá estou eu, uma pessoa a sentir-se mais realizada a cada dia que passa. Cá estou eu a surpreender-me. Porque desde há muito tempo que é a mim que quero agradar.
Continuo a adaptar-me à minha nova actividade profissional, a aprender todos os dias um bocadinho! Têm sido dias cansativos mas de descoberta. Não há nada que saiba melhor que trabalhar no terreno, que conhecer pessoas que me estimulam intelectualmente e que me dão a sua visão mais madura das coisas. Estou num processo contínuo de crescimento. Apesar de ter mudado de ares, as histórias engraçadas começam a aparecer lentamente.
A história de hoje tem uma pequena ligação com estes senhores e alimentou em muito o meu ego hoje.
Começando do princípio... sou parte integrante de uma equipa que está no terreno a avaliar produtores de vinho e a sua possível integração numa Rota Enoturística. A equipa é fantástica e cheia de experiência e posso acrescentar que sou uma privilegiada. Ora, hoje foi mais um dia dedicado às visitas e tivemos oportunidade de almoçar num sítio considerado de "elite" pelos "senhores" enunciados em cima. Estava eu muito descansadinha a degustar a minha tosta com cogumelos e molho vinagrete de laranja, quando me entra aquela tropa de perús... quase que cuspi a crosta crocante da broa, com o susto. Os "senhores" olharam para mim interrogados, perguntando-se o que raio estaria eu ali a fazer num almoço que aparentava de trabalho e logo num sítio tão "fora das possibilidades de uma Recepcionista (ex)". Tive um gozo enorme de estar ali sentada a ter uma conversa inteligente enquanto continuava a ser observada de longe, entre um poste e uma planta decorativa. A refeição, muito bem regada com o néctar de baco, correu super bem e não sei se foi da variada combinação de sumos vínicos que me encheu de coragem e me levou perto da mesa deles, só mesmo para dizer "boa tarde" e para deixar um deles com vontadinha de me perguntar "então, está aqui?" e aí eu responderia: "obviamente que estou! Ou acha que ia ficar a minha vida toda a servir animais como o senhor?", ou se foi a vontade de lhes mostrar que, ao contrário deles, consigo chegar a algum lado. Mas não deixei que me perguntassem nada. A pergunta ficou no olhar curioso daquela gentinha enquanto eu virei costas e fui à minha vida. Porque afinal eu sempre sei ir à luta. Afinal eu já não sou a recepcionista que tinha que os aturar e mostrei claramente que superei as expectativas que alguma vez poderiam ter de mim. Parece-me familiar...
Cheers!
(Este texto está em Desacordo Ortográfico)
Continuo a adaptar-me à minha nova actividade profissional, a aprender todos os dias um bocadinho! Têm sido dias cansativos mas de descoberta. Não há nada que saiba melhor que trabalhar no terreno, que conhecer pessoas que me estimulam intelectualmente e que me dão a sua visão mais madura das coisas. Estou num processo contínuo de crescimento. Apesar de ter mudado de ares, as histórias engraçadas começam a aparecer lentamente.
A história de hoje tem uma pequena ligação com estes senhores e alimentou em muito o meu ego hoje.
Começando do princípio... sou parte integrante de uma equipa que está no terreno a avaliar produtores de vinho e a sua possível integração numa Rota Enoturística. A equipa é fantástica e cheia de experiência e posso acrescentar que sou uma privilegiada. Ora, hoje foi mais um dia dedicado às visitas e tivemos oportunidade de almoçar num sítio considerado de "elite" pelos "senhores" enunciados em cima. Estava eu muito descansadinha a degustar a minha tosta com cogumelos e molho vinagrete de laranja, quando me entra aquela tropa de perús... quase que cuspi a crosta crocante da broa, com o susto. Os "senhores" olharam para mim interrogados, perguntando-se o que raio estaria eu ali a fazer num almoço que aparentava de trabalho e logo num sítio tão "fora das possibilidades de uma Recepcionista (ex)". Tive um gozo enorme de estar ali sentada a ter uma conversa inteligente enquanto continuava a ser observada de longe, entre um poste e uma planta decorativa. A refeição, muito bem regada com o néctar de baco, correu super bem e não sei se foi da variada combinação de sumos vínicos que me encheu de coragem e me levou perto da mesa deles, só mesmo para dizer "boa tarde" e para deixar um deles com vontadinha de me perguntar "então, está aqui?" e aí eu responderia: "obviamente que estou! Ou acha que ia ficar a minha vida toda a servir animais como o senhor?", ou se foi a vontade de lhes mostrar que, ao contrário deles, consigo chegar a algum lado. Mas não deixei que me perguntassem nada. A pergunta ficou no olhar curioso daquela gentinha enquanto eu virei costas e fui à minha vida. Porque afinal eu sempre sei ir à luta. Afinal eu já não sou a recepcionista que tinha que os aturar e mostrei claramente que superei as expectativas que alguma vez poderiam ter de mim. Parece-me familiar...
Cheers!
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Let's get it started...
Estou já sem unhas de tanto as roer, tal é o nervoso miudinho. Do que é que tenho receio? Não sei bem... de falhar, de não saber lidar com as pessoas, de não me adaptar...
Apesar de ter experiência ao balcão, de ter experiência e ser dedicada no atendimento ao público, são os colegas que sempre me metem mais medo. Fui feita para trabalhar isolada do mundo, encaixotada numa secretária, sem ter que lidar com equipas de trabalho, especialmente em meios pequenos. É tão irónico...
Sou tão fechada ao mundo que tenho pânico de pessoas novas. Não gosto de conversas de circunstâncias, de contar a minha vida a colegas de trabalho... gosto apenas de ser eu, caladita, reservada e sem me sentir na obrigação de ter que estar a fingir coisas que não sou. Toda a gente diz que devemos ser nós próprios, não temos que agradar a toda a gente.... e será que isso se pode aplicar no mundo do trabalho? Se formos profissionais, não precisamos de ser mais nada. Não precisamos de ser uns cínicos, super queridinhos uns para os outros. Só temos que chegar, fazer o nosso trabalho e não misturar mais nada. É assim que eu gosto, a menos que se encontre alguém no local de trabalho que nos inspire confiança e torne o trabalho mais leve e suportável.
O problema é que trabalhando só com mulheres, duvido muito... mas posso estar enganada
Até breve, de um novo local de trabalho :)
(Este texto está em Desacordo Ortográfico)
Apesar de ter experiência ao balcão, de ter experiência e ser dedicada no atendimento ao público, são os colegas que sempre me metem mais medo. Fui feita para trabalhar isolada do mundo, encaixotada numa secretária, sem ter que lidar com equipas de trabalho, especialmente em meios pequenos. É tão irónico...
Sou tão fechada ao mundo que tenho pânico de pessoas novas. Não gosto de conversas de circunstâncias, de contar a minha vida a colegas de trabalho... gosto apenas de ser eu, caladita, reservada e sem me sentir na obrigação de ter que estar a fingir coisas que não sou. Toda a gente diz que devemos ser nós próprios, não temos que agradar a toda a gente.... e será que isso se pode aplicar no mundo do trabalho? Se formos profissionais, não precisamos de ser mais nada. Não precisamos de ser uns cínicos, super queridinhos uns para os outros. Só temos que chegar, fazer o nosso trabalho e não misturar mais nada. É assim que eu gosto, a menos que se encontre alguém no local de trabalho que nos inspire confiança e torne o trabalho mais leve e suportável.
O problema é que trabalhando só com mulheres, duvido muito... mas posso estar enganada
Até breve, de um novo local de trabalho :)
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